No dia 17/08/2009 o ministério público realizou uma audiência pública no bairro de Cajazeiras articulada pela união das associações de Cajazeiras no espaço do colégio D. Leonor Calmon. Em tal audiência a APDC foi mais uma entidade a se fazer presente e representada pelos Coordenador Geral – Fausto Joaquim, Coordenadora Administrativo-financeiro – Telma Angélica e o Conselheiro Fiscal da entidade Adriano Passos.
No pronunciamento feito foi dito que acessibilidade para a pessoa com deficiência é o direito dos direitos e que a mesma inexiste em cajazeiras; citou-se o decreto-lei 5296 que assegura o direito referido em todos os espaços públicos e ainda o capitulo 5º da constituição federal que garante o direito de ir e vir a todos os cidadãos brasileiros, dito ainda que no tocante a acessibilidade o capitulo 6 da carta magna também é desrespeitado em função desse garantir a toda pessoa deste país o direito a educação e na prática os espaços de ensino de Cajazeiras são repletos de barreiras arquitetônicas o que impede o acesso a escola da pessoa com deficiência.
Devido aos efeitos concretos da legislação referida não atingirem Cajazeiras, perguntou-se: “Onde está o Ministério Público que isso não enxerga e se o bairro citado faz parte do território nacional brasileiro?”.
Em contra partida obteve-se do Procurador Geral da República Lindivaldo Brito o compromisso que durante o próximo semestre o Ministério Público estará detendo a sua atenção no aspecto acessibilidade e nós esperamos que tal promessa se factue para que cajazeiras deixe de ser o bairro dos excluídos e a inclusão no mesmo comece a acontecer.
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